2 de agosto de 2005

Pode o governo...

Com a devida vénia e a vontade de que a atitude se transforme em movimento, para que haja respeito e transparência:

MICRO-CAUSAS:
PODE O GOVERNO SFF COLOCAR EM LINHA OS ESTUDOS SOBRE O AEROPORTO DA OTA PARA QUE NA SOCIEDADE PORTUGUESA SE VALORIZE MAIS A “BUSCA DE SOLUÇÕES” EM DETRIMENTO DA “ESPECULAÇÃO”?


"Respeito muito os signatários, mas há sociedades que valorizam mais a especulação e a análise, enquanto outras valorizam mais a busca de soluções."
(Manuel Pinho, Diário Económico, 28-07-07)


No Bloguítica. no Blasfémias , no Ciberjus , no Von Freud , na Grande Loja do Queijo Limiano, no [ai-dia], no A destreza das dúvidas , no crackdown, no ContraFactos & Argumentos , n' A Esquina do Rio , no Almocreve das Petas, no Um prego no sapato, no ...bl-g- -x-st-, no sorumbático, no Portuense, no ABnose, no Portugal dos Pequeninos, no Teoria da Suspiração, no A Baixa do Porto, na Minha Rica Casinha, no Sombra ao Sol, no Insustentável, na Insustentável Leveza, no Virtualidades e noutros que não pude recensear, também se apoia esta divulgação. Mostrando uma qualidade rara na blogosfera que é a persistência e o não deixar cair uma pergunta e um pedido SFF mais que razoável, alguns blogues repetiram e vão repetir enquanto for necessário a mesma pergunta.

Será que os senhores ministros (Primeiro, Economia, Obras Públicas) podem ao menos explicar quais as razões porque os estudos, alguns estudos, parte dos estudos, os estudos que foram relevantes para a tomada de decisão, não podem ser divulgados? Partindo do príncipio que existem.

Vamos acompanhar a página do Ministério da Economia e Inovação onde aliás há um formulário de reclamações, e cujas últimas entradas são a Nota à Comunicação Social com a resposta da Direcção-Geral de Geologia e Energia ao comunicado da Quercus e a Nota à Comunicação Social relativa à actividade de fiscalização desenvolvida pela IGAE - Inspecção-Geral das Actividades Económicas, no mês de Junho de 2005. Haverá com certeza informações mais úteis para todos para disponibilizar na página.

Saibam os senhores ministros que há muitos meios ao alcance dos cidadãos para obter os documentos deste tipo, que o seu conhecimento público é uma mera questão de bom senso e exigência democrática, e por isso tem o apoio de todos, sendo muito fácil mobilizar as pessoas para esta "micro-causa". Se os senhores ministros estão preocupados com o custo político de eles serem conhecidos, pensem bem no custo político de eles não serem conhecidos. pelo menos por suas mãos.

5 Comentários:

Às 9:31 da tarde , Blogger bravomike disse...

Por amor de Deus, mais estudos não.
Vejam dois artigos: DN e Público segunda 1Ago (suplementos)sobre a anormaldade que pontifica neste e anteriores governos.
Basta de inventar trabalho feito.
Dediquem-se a trabalhar no aumento da produtividade. Como pouco produzimos, talvez na produção de batatas.

 
Às 10:16 da tarde , Blogger rajodoas disse...

Amigo Luis isso já me faz lembrar aquelas firmas prestadoras de serviços que à luz da legislação são obrigadas a ter contratada uma firma que fiscalize a sua actividade no cliente.
E nesse particular tenho alguma experiência. Ou seja o cliente a quem a dita firma prestadora de serviço quando é fiscalizada recebe regularmente um relatório apontando algumas dificências do serviço, só que essas ditas deficiências prendem-se exactamente com falhas no fornecimento de equipamentos e de
alguma inoperacionalidade das instalações facultadas pelo cliente.
Ou seja o prestador de serviço que tem os serviços contratados à firma
fiscalizadora da sua actividade, nunca lhe aponta quaisquer deficiências, o que não será de estranhar porque é esta que lhe paga. Ora, o que eu pretendo
concluir com isto. Que o governo encomendando um estudo ou estudos
a uma qualquer firma privada sobre a necessidade destes dois investimentos, claro está que essa
mesma firma jamais apresentará um estudo que seja contraditório dessa
necessidade, bem pelo contrário, invocará uma série de benefícios e vantagens que nenhum de nós neles reconhece. Apetece por isso mandar estes senhores com estes golpes de teatro, gozar com os que lhes são mais próximos.

 
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