17 de fevereiro de 2013

Mister Zuca quê?


Antes de mais o seu Facebook é um negócio que fez de si precocemente milionário sem saber como. Mas isso seria o menos, o seu país é assim um género de Entroncamento em grande, onde acontecem todos os fenómenos e se produzem os mais obtusos legumes, desde abóboras com olhos a nabos com lugar no congresso. E, de forma que não compreendo, fomentando e defendendo a paz com unhas e dentes, fazendo a guerra. Em todos os tempos e em todos os lugares, sem a mínima noção de bom senso e, menos ainda, de ridículo.


Mas, mais do que isso, o seu Facebook é abelhudo e intrometido, sempre a meter-se na vida das pessoas que gratuitamente contribuem para o seu enriquecimento. Para que saiba, neste país que os seus conhecimentos de geografia julgarão uma província de Espanha, aqui até uns patetas subscreveram páginas como Aníbal e Pedro, nomes que vosselência julgará, e bem, de ascendência mexicana. Sempre a perguntar que estás a fazer, como passas, o que acontece, quando é que chove, quando é que é a lua cheia. E sem nunca indagar sobre Guantânamo, Afeganistão, Iraque, Síria, Líbia, Cuba, Coreia do Norte e por aí fora.

Sempre a sugerir que fulano arranjou não sei quantos amigos, outros estão à espera, fulano encontrou não sei quantos, talvez conheças esta meia dúzia que até têm amigos em comum. Mais do que isso, a permitir práticas pidescas, um género doméstico da CIA, e a permitir seguir quem se quer, sempre no escuro, de gabardine puxada para o pescoço. E depois, sem explicações antes ou depois, a bloquear as pessoas que lhe alimentam a fortuna por períodos longos, a pretexto de ter enviado pedidos de amizade a pessoas que não se conheciam, por exemplo. Quer dizer, o senhor Zuca não sei o quê impinge à gente a gasolina e os fósforos e depois amordaça-nos, sem direito a dizer palavra, porque fizemos fogo. Ora, bardamerda!...

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