O regime

O governo não anunciou medidas. Apenas manifestou a liberalização do roubo e o seu duplo sentido. Reduzir os rendimentos das pessoas e aumentar-lhes os encargos. Por outras palavras, pô-las a ganhar menos e a pagar mais, para satisfazer a voracidade de uma estreita faixa de indigentes e oportunistas que campeiam na política e na economia, enriquecendo sem nenhum trabalho e sem nenhuma causa.
É preciso sair à rua, é preciso responsabilizar criminalmente quem, em proveito próprio, desde 1974, exerce cargos políticos e, para além do roubo, se diverte à custa do cidadão. Por uma vez, como dizia Carlos Queirós, é preciso varrer toda a porcaria dos corredores do poder. E há muita!